100 Best Albums of 2015


Eu não tenho dúvidas, o ano de 2015 foi o mais complicado de elaborar essa lista de melhores álbuns. Eu achava que ao elaborar listas bimestrais tornaria essa tarefa do final do ano menos complexa, mas isso não aconteceu.

Eu tinha perdido as contas de quantos álbuns escutei em 2015, mas resolvi pegar os dados do Last.fm e cheguei a uns 400 álbuns! Escutei muitos álbuns que se tornaram clássicos para mim, teve muitos medianos, vários razoáveis e uma quantidade absurda de coisas intragáveis que foram sendo excluídas ao longo do ano.

O Spotify me possibilitou ter acesso a um número maior de lançamentos, creio que nessa lista apenas três álbuns não estejam disponíveis na plataforma de streaming. 

Publiquei listas especificas de Bluegrass, Country, Blues e de álbuns nacionais, lá vocês irão encontrar uma quantidade maior de álbuns que não cito aqui.

100. Tami Neilson - Don't Be Afraid
99. Dave Alvin & Phil Alvin - Lost Time  
98. Jason James - Jason James  
97. Ronnie Earl - Father's Day  
96. Red Shahan - Men and Coyotes  
95. Mike Zito - Keep Coming Back  
94. Albert Cummings - Someone Like You  
93. Jeffrey Foucault - Salt as Wolves  
92. The Delta Saints - Bones  
91. William Elliott Whitmore - Radium Death  
90. Justin Townes Earle - Absent Fathers 
89. The Mavericks - Mono
88. Urban Pioneers - Vehicle in Transit  
87. Yonder Mountain String Band - Black Sheep  
86. Whitney Rose - Heartbreaker of the Year  
85. Daniel Miller - East Tennessee  
84. Richie Furay - Hand In Hand  
83. Robben Ford - Into The Sun  
82. Daniel Meade - Keep Right Away  
81. The Lowest Pair - I Reckon' I'm Fixin' on Kickin' Round to Pick a Little  
80. Flatt Lonesome – Runaway Trains  
79. Della Mae - Della Mae  
78. Swampdawamp - That Easy
77. The Damn Quails - Out of The Birdcage  
76. Dale Watson - Call Me Insane  
75. Gary Clark Jr. - The Story Of Sonny Boy Slim  
74. The Kentucky Headhunters - Meet Me In Bluesland  
73. Sonny Landreth - Bound By The Blues  
72. Steep Canyon Rangers – Radio  
71. Woody Pines - Woody Pines  
70. Alabama Shakes - Sound & Color
69. Lucero - All a Man Should Do  
68. Seasick Steve - Sonic Soul Surfer  
67. Buddy Guy - Born To Play Guitar  
66. Left Lane Cruiser - Dirty Spliff  
65. Willie Nelson & Merle Haggard - Django and Jimmie  
64. J.D. McPherson - Let the Good Times Roll
63. The Honeycutters - Me Oh My  
62. Charlie Parr – Stumpjumper  
61. Cody Canada and the Departed – HippieLovePunk  
60. Emmylou Harris & Rodney Crowell - The Travelling Kind  
59. Daniel Romano - If I’ve Only One Time Askin'  
58. Robin Trower - Something's About To Change  
57. Walter Trout - Battle Scars  
56. Danielle Nicole - Wolf Den  
55. Sarah Gayle Meech - Tennessee Love Song  
54. Widespread Panic - Street Dogs
53. Anders Osborne & North Mississippi Allstars - Freedom & Dreams  
52. Roo Arcus - Cowboys & Sunsets  
51. Hogjaw - Rise to the Mountains
50. Alan Jackson - Angels and Alcohol  
49. Eric Strickland - Revelate  
48. Mustered Courage - White Lies and Melodies 
47. The Lowest Pair - The Sacred Heart Sessions  
46. The Lone Bellow - Then Came The Morning
45. Will Hoge - Small Town Dreams  
44. Jake Worthington - Jake Worthington  
43. Whitey Morgan and the 78's - Sonic Ranch  
42. Jamie Lin Wilson - Holidays & Wedding Rings  
41. Mipso - Old Time Reverie  
40. The White Buffalo - Love and the Death of Damnation  
39. Hellbound Glory - The Black Mass  
38. Don Henley - Cass County  
37. American Aquarium – Wolves  
36. Daryle Singletary - There's Still a Little Country Left  
35. Pokey LaFarge - Something In The Water  
34. Folk Soul Revival - Out of the Box  
33. Blackberry Smoke - Holding All Roses
32. Hot Buttered Rum – The Kite & The Key, Part 1  
31. Cornmeal - Slow Street  
30. The Mulligan Brothers - Via Portland  
29. 10 String Symphony – Weight of the World  
28. Kevin Deal - Nothing Left to Prove  
27. Jason Isbell - Something More Than Free  
26. Ryan Bingham - Fear and Saturday Night  
25. Punch Brothers – The Phosphorescent Blues  
24. Dwight Yoakam - Second Hand Heart  
23. Straight Shooter - Another Whiskey  
22. Patty Griffin - Servant of Love  
21. Supersuckers – Holdin’ the Bag
20. Songhoy Blues - Music In Exile

Não é só o som da banda que importa em "Music In Exile", a história da banda é maravilhosa. A banda surgiu no norte do Mali em 2012, ano em que o governo foi deposto por um golpe militar. Com a agitação no norte, a banda se mudou para a capital Bamako, onde começou a fazer muitos shows e chamou a atenção do manager francês Marc-Antoine Moreau. Daí em diante a vida deles mudou, fizeram shows na Inglaterra e gravaram seu primeiro álbum de estúdio.

Vez ou outra me deparo com bandas de Blues africanas, mas essa é a primeira que eu realmente escutei com mais afinco. Não consegui ler as letras, mas não é necessário, a música é universal. Li em um review que eles falam sobre o ambiente, aquecimento global, harmonia étnica, paciência, e cerca sobre Mali. Sugiro a leitura da matéria do site português Publico.

19. Rhiannon Giddens - Tomorrow Is My Turn

Eu sempre gostei da banda que a Rhiannon Giddens é vocalista, a Carolina Chocolate Drops, mas a banda em diversos momentos me decepcionou, principalmente quando coloca nas músicas ritmos nem um pouco tradicionais. Desde que escutei o último álbum, decidi me afastar da banda. Mas felizmente ela lançou um novo trabalho solo, um álbum que fez dela maior que sua banda.

Ela finalmente conseguiu mostrar seu talento para um público maior, mostrando para todos que ela tem muito potencial e uma das mais belas vozes da atualidade. "Tomorrow Is My Turn" é totalmente roots, inclui ele na lista de Country, mas poderia colocar na de Blues e não estaria cometendo um pecado por isso.

18. Warren Haynes & Railroad Earth - Ashes & Dust

Nunca será fácil pra mim falar do Warren Haynes, ele é um dos maiores culpados por ser um apaixonado por Blues. Não preciso falar quem é ele ou do que ele é capaz, se você é fã de Blues, tem a obrigação de saber.  Eu acho que o Warren é um guitarrista completamente inquieto, ele não gosta de fazer o famoso arroz com feijão, está sempre querendo inovar. Dessa vez ele quis juntar o Blues e Bluegrass!

Ele se juntou a Railroad Earth, uma das melhores bandas de Bluegrass da atualidade, e lançou um álbum para ser marcado com uma estrela na discografia dele. "Ashes & Dust" é a prova que o Warren pode tocar qualquer coisa, não importa o estilo, se o som sai da guitarra dele, ficará bom. Não conheço guitarrista melhor que ele na atualidade, me critiquem, mas essa é uma verdade inquestionável para mim.

17. Vintage Trouble - 1 Hopeful Rd.

"1 Hopeful Rd." é um daqueles álbuns que você gosta na primeira vez que escuta, nesse caso especifico, na primeira faixa, a empolgante "Run Like The River". É difícil não gostar do som da Vintage Trouble, a banda mistura tudo o que é de bom em suas canções, Blues, Soul e Rock, criando um som bem animado e com grandes momentos.

16. Rob Ickes & Trey Hensley - Before the Sun Goes Down

O Bluegrass é bom de qualquer maneira, do puritano, as jams até aqueles que se misturam com outros estilos. Nesse caso, o Rob Ickes (ex-Blue Highway) e o Trey Hensley (o menino que aos 11 anos subiu ao palco do Grand Ole Opry e tocou com Marty Stuart e Earl Scruggs) são dois tradicionalistas, um experiente e outro evoluindo de forma absurda. Essa é a minha indicação para aqueles que gostam do Bluegrass tradicional.

15. Lindi Ortega - Faded Gloryville

Eu tenho que admitir, "Faded Gloryville" não está nem perto de se igualar ao "Tin Star" de 2013, aquele álbum é algo que até hoje não consigo explicar, mas isso não faz desse novo álbum da Lindi Ortega ruim, pelo contrário. Eu sempre gostei das composições dela, profundas e sinceras, da forma como ela canta, da melancolia da voz dela, desse clima mais dark, tudo isso está nesse álbum.

É difícil encontrar uma discografia perfeita, sempre existe um ponto de discordância, um álbum que não agrada. A Lindi lançou seu quarto álbum e até aqui, ela é uma das discografias que considero perfeitas. "Faded Gloryville" pode não ter sido aclamado pela critica como seu antecessor, mas ele é mais uma joia no baú de tesouros dessa nova geração da Country Music.

14. Mike and the Moonpies - Mockingbird

Até o momento, todos os álbuns que citei foram lançados por músicos que eu acompanho, mas agora apresento-lhes a minha maior descoberta de 2015, diretamente de Austin, Texas, Mike and the Moonpies. Eu salvei esse álbum no Spotify sem nenhuma expectativa, mas quando escutei a pimeira faixa, "Smoke ‘Em If You Got 'Em", sabia que iria escutar algo que realmente valia a pena prestar atenção.

Quando perdemos o preconceito de escutar novas bandas, descobrimos que a Country Music não está morta ou quase morrendo, pelo contrário, ela continua viva demais no interior dos EUA e o Mike and the Moonpies é uma prova disso. Existe uma luz no fim do túnel para nós apaixonados pela verdadeira Country Music.

13. Shemekia Copeland - Outskirts of Love 

A Shemekia Copeland tem uma das vozes mais potentes da atualidade e veio mais Blues que nunca nesse álbum, mas sem deixar de lado uma de suas maiores marcas: suas influências de Soul Music. Ela é acompanhada por músicos de altissima qualidade e a química de com o produtor do álbum, Oliver Wood, é cada dia melhor. 

Eu achava difícil ela superar o "33 1/3", álbum que me apresentou a cantora, mas ela conseguiu lançar um material superior. Em "Drivin’ Out of Nashville" ela conseguiu colocar Blues e Country na mesma canção de forma impecável. E tem uma versão maravilhosa de "Jesus Just Left Chicago" do ZZ Top.

12. The Turnpike Troubadours - The Turnpike Troubadours

Os cinco segundo iniciais de "Down Here", primeiro single do álbum, me fez ter certeza de que esse seria um dos grandes álbuns de 2015. Dona de uma discografia impecável, a Turnpike Troubadours vem crescendo dia a dia, seja musicalmente ou em popularidade, é uma das principais bandas Country da atualidade e motivos para isso não faltam.

A banda ficou três anos sem lançar algo inédito e essa demora foi boa, a banda evoluiu demais, mas algo não mudou: a Turnpike continua a mesma, tradicional ao extremo, sem coisas modernas. Essa é a banda que eu sempre indico quando as pessoas me pedem indicações, não tem, na atualidade, uma banda que consiga bater de frente com esses caras de Oklahoma.

11. Kacey Musgraves - Pageant Material

O segundo álbum é sempre um problema na vida de um músico, ainda mais quando o seu primeiro foi aclamado pela crítica e fãs, pior ainda quando você é considerado uma das esperanças de um estilo musical a muito tempo considerado underground e nada lucrativo. A Kacey Musgraves conseguiu lidar muito bem com isso em "Pageant Material".

Ela se superou como compositora nesse álbum, ela ataca a indústria musical de uma forma muito sutil e que impacta muito mais do que aqueles artistas que criticam muito abertamente. A faixa título mostra o que ela decidiu seguir, "Eu não sou material para concursos de beleza", "Não sou exatamente a miss simpatia", "Eu prefiro perder pelo que sou do que ganhar pelo que não sou", resumindo, escolheu ser ela mesma, natural e não aceitou as pressões da indústria musical que clama por uma nova Taylor Swift ou Carrie Underwood.

O refrão de "Dime Store Cowgirl" define o que é a Kacey Musgraves: "Eu sou só uma caipira de loja barata / E isso que sempre serei / Você pode me tirar do interior / Mas você não pode tirar o interior de mim, não / Porque eu ainda sou a garota de Golden / Eu tive que ir embora para que eu pudesse crescer / Mas não importa onde eu vá / Eu ainda vou ligar para minha cidade natal". Eu sou apaixonado por essa cantora!

10. Steve Martin & EdieBrickell - So Familiar

Nunca fui fã do Steve Martin ator, mas o Steve Martin músico é sensacional e não tem como não ser fã desse cara. Esse é seu quinto álbum desde 2009, ano em que retornou com a carreira musical, o terceiro ao lado da maravilhosa Edie Brickel, uma das mais belas vozes do momento. É difícil escutar uma música dezenas de vezes e ter a sensação de que é a primeira vez em todas, "I Had a Vision" faz isso acontecer sempre. Essa dupla alcançou uma química rara nos dias de hoje, sorte nossa.

09. Brandi Carlile - The Firewatcher's Daughter

Eu amo esse meu prazer por descobrir "novos sons", sempre me deparo com algum artista que me torno fã instantaneamente, foi o que aconteceu com a Brandi Carlile. Em determinado momento o álbum é melancólico, "The Eye", logo em seguida temos a animada e cativante "The Things I Regret", uma verdadeira montanha russa. A Brandi entrou para a galeria de minhas vocalistas favoritas, mesmo que tenha uma forte tendência para o Pop.

08. Dallas Moore - Dark Horse Rider

Eu tive o prazer de acompanhar a evolução do Dallas Moore nesses últimos 5 anos, vi ele sair do Southern Rock para o Outlaw Country, uma mudança tímida no inicio, mas que agora em "Dark Horse Rider" alcançou seu auge.

E o que dizer da faixa de encerramento "Dark Horse Rider"? "Eu sou um cavaleiro escuro / Eu sou o seu pecado favorito / Eu só vou levar você se você me deixar entrar / Eu sou seu karma instantâneo / Eu sou seu passeio selvagem / Eu sou um cavaleiro superior / Escuro / Eu não sou um cara mau." Eu colocaria essa música em qualquer trilha sonora, ela é perfeita!

07. Drew Holcomb and the Neighbors - Medicine

"Medicine" foi o primeiro grande álbum que escutei em 2015. Eu não conhecia o Drew Holcomb e foi uma bela iniciação escutar esse álbum. É inegável que esse álbum é bem comercial, mas temos que entender que nem tudo que é comercial é ruim. Ele mistura com perfeição as raízes da música americana com as influências de Nashville. Suas letras e vocais sempre parecem vir do coração e as melodias são bem trabalhadas.

06. Asleep at the Wheel, 'Still the King: Celebrating the Music of Bob Wills and His Texas Playboys

Nunca, repito, nunca escutei uma homenagem tão perfeita como essa, o grande Bob Wills deve estar feliz, seja lá onde ele estiver. A Asleep at the Wheel já havia lançado um tributo ao Bob Wills em 1993, mas não se compara a esse de 2015. Um time de convidados de peso foi escolhido, Avett Brothers, Merle Haggard, Old Crow Medicine Show, Pokey LaFarge, Del McCoury Band, Time Jumpers, George Strait, Brad Paisley e muitos outros.

O álbum é um tributo e uma bela forma de apresentar a música do Bob Wills para uma geração que não o conhecia ou não tinha interesse em conhecer sua obra.

05. Samantha Fish - Wild Heart

O B. B. King disse em sua autobiografia que não conseguia tocar guitarra e cantar ao mesmo tempo, nem todos tem a capacidade de se concentrar em ambas as atividades, não deve ser fácil, mas parece que é para a Samantha Fish, a jovem guitarrista e cantora que vem em uma crescente e assustadora evolução.

"Wild Heart" traz uma Samantha compondo melhor, cantando melhor e tocando guitarra como nunca, fora isso, teve a melhor produção da sua carreira, escolher o Luther Dickinson foi meio caminho para um grande álbum, esse cara, assim como o pai, sabe como produzir um álbum de Blues. Fiquem de olho nessa mulher.

04. Beth Hart - Better Than Home

A Beth Hart tem sido um dos grandes destaques do Blues nos últimos anos, seja por seus álbuns solo ou em parceria com o Joe Bonamassa, mas em "Better Than Home" ela alcançou um nível de maturidade impressionante. O álbum está repleto de grandes canções, que aborda as falhas e as fragilidades de uma pessoa, muitas vezes em um tom melancólico, que é o caso da maravilhosa "St. Teresa", faixa em que a Beth mostra todo seu potencial.

A Country Music vive um problema de representatividade feminina, o Blues está longe de sofrer com isso, as mulheres tem mostrado sua força nos últimos anos com grandes lançamentos. No Blues não basta ter um rostinho bonito, tem que saber cantar ou tocar guitarra, tem que merecer os elogios e a Beth Hart merece todos que tem ganhado.
  
03. Chris Stapleton – Traveller  

O crítico que falar que sabia que esse álbum seria um sucesso estará sendo falso, todos estavam com um pé atrás com relação ao ao primeiro álbum do Chris Stapleton. O Chris é um dos principais compositores da atualidade, não só da Country Music, e escreveu diversos hits para o George Strait, Josh Turner, Darius Rucker e Keny Chesney, além de ter ganhado notoriedade com sua antiga banda The SteelDrivers. 

A dúvida dos fãs era saber qual direção ele iria escolher, o tradicional ou o Pop? Ele escolheu um meio termo, criou composições que agradam os fãs das duas vertentes e se tornou uma unanimidade em 2015, principalmente após sua esmagadora apresentação no CMA Awards, onde ganhou o prêmio de melhor álbum do ano.

02. Aaron Watson - The Underdog

O Texas guarda muitas preciosidades, muitos músicos que são astros lá e desconhecidos para o resto dos EUA, um grande exemplo é o Aaron Watson, músico com mais de 15 anos de carreira e que alcançou seu auge criativo em "The Underdog". Ao contrário do álbum anterior, "The Underdog" traz influências de diversas vertentes da Country Music, inclusive da vertente Pop atual, o que me afastou dele no início, mas relevei isso ao longo do ano. O número de pontos positivos é muito superior aos negativos.

01. Randy Rogers & Wade Bowen - Hold My Beer, Vol.1

Eu não me lembro de ter criado alguma expectativa por esse álbum, muito menos vi ele aparecendo nas listas de mais esperados do ano. Quando soube do álbum, tive a certeza que seria bom, juntar dois dos compositores/vocalistas texanos mais populares da atualidade, Randy Rogers e Wade Bowen, foi a melhor das escolhas.

Eu sou um grande de fã do trabalho desses dois, mas "Hold My Beer, Vol.1" supera qualquer coisa já lançada por eles e o mais tradicional, fugindo do característico Country texano que tornou os dois famosos. Esse é um dos álbuns que irei levar para o resto da minha vida.
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