Conheçam os cariocas da Limusine Carioca




Música popular brasileira não se limita a gêneros nacionais, ela reinventa a música do mundo, e muito bem. "Na verdade, música boa não tem CEP", arma Rafael Caldas, fundador da Limusine Carioca. Rafael divide os vocais e guitarras com o irmão de estrada, Nando Medeiros, que ainda completa: "A gente faz blues carioca".

Amante da música brasileira, a dupla deu início à parceria em 2007 e hoje encarna a mistura perfeita de blues, pop e experimentalismo. Tanto no estúdio quanto ao vivo, é desse encontro de diferentes personalidades que nasce a força e o carisma dos cariocas.

Se de um lado Rafael eleva o nível da brincadeira destilando suas melodias e canções ao mesmo tempo puristas e experimentais, do outro, Nando incendeia o público com números enérgicos, letras envolventes e uma bela dose de rock n’ roll. As duas guitarras conversam como velhas amigas e comprovam a anidade dos parceiros, apaixonados pelo palco.

Além da dupla dinâmica, o baixista Vini Machado e o baterista Pedro Menezes completam a formação da Limusine Carioca, que acaba de disponibilizar os singles "A Limusine Vai Chegar" e "Mr. Severin Blues" e lançará em 2015 o disco de estreia "Bombardeio".

Para o álbum, a Limusine, que soma mais de 50 músicas autorais no seu repertório, optou por gravar apenas canções que nunca tivessem sido executadas ao vivo. A inspiração surgiu com a entrada dos músicos Vini (2011) e Pedro (2013), entusiastas do projeto, trazendo maior consistência rítmica à nova fase.

Seja com as texturas que remetem ao Rio dos anos 1950 de "A Limusine Vai Chegar" e sua ácida homenagem à criatividade do artista brasileiro, seja com os solos impactantes da instrumental "Mr. Severin Blues", Rafael, Nando, Vini e Pedro mostraram que a relevância artística anda de mãos dadas com o sucesso.

O show de lançamento do primeiro single foi fruto da parceria com profissionais de diversas áreas que, apaixonados pela banda, se envolveram na pré-produção, gravação e em cada detalhe do processo criativo. Como resultado dessa união, o espetáculo teve lotação esgotada e provou que o blues pode ser pop e, mais ainda, o blues pode ser carioca.

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