Conheçam os catarinenses da Double Barrel ShotGun



Nascida de um ensaio mal sucedido do Cafonas surge a ShotGun. Não pelo fato do ensaio ter sido terrível e realmente foi, mas o que valeu foi a afinidade musical entre o hoje violonista e vocalista Rafael Miranda e o guitarrista Fidêncio Melo. Os dois compartilhavam o mesmo apreço pela musica sulista América tais quais: Johnny Cash, Hank Willians (do I ao III), Doc Watson, Earl Struggs, Bill Monroe, entre outros tantos.

Passaram-se quatro anos desde o fatídico ensaio e nesse meio tempo, mesmo sem nunca terem tocado ao vivo em solo nacional se bandearam para a terra da Rainha. Em Londres não demorou para muito para recrutarem Andy Kalil, guitarrista fantástico que pra poder fazer parte da banda encostou sua Gretcsh 6120 Brian Setzer signature e pegou um Double Bass genérico. Foi nessa formação e alguns ensaios mais que os três se aventuraram pelos bares londrinos tocando, bebendo, bebendo mais um pouco... mas ainda faltava a bateria, sem nenhum candidato a vista o trio se manteve assim, até que um dia surgiu um amigo, cliente e parceiro de copo. Steve Joseph, mesmo não oficialmente (oficialmente a melhor arma secreta) se juntou ao trio. Agora o quarteto podia sentar e esperar o mundo se jogar ao seus pés.

Não foi bem assim, o mundo não foi conquistado e a pouca fortuna foi gasta em algum pub. Rafael com problemas no Brasil resolveu voltar para passar um tempo na terra natal, Andy saiu em excursão europeia com a sua banda Moonshine Stalkers, figurinha carimbada nos festivais de psychobilly, dividindo palco com bandas como Necromantix, Rezurex, Mad Sin e outras do tipo. Steve, bem...ele tinha o Placebo para passar o tempo e Fidêncio estava muito ocupado no Centro de Detenção para Imigrantes enquanto aguardava seu voo de volta para este maravilhoso pais.

Um ano se passou, a depressão baixou, a lingua e o figado relutam a se acostumar com a deliciosa cerveja tupiniquim, mas isso é só mais um pequeno problema para amantes do bom e velho rock´n´roll. Convocaram  para o baixo Luis Makenzie e Aldo Amorin para a gaita.

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