Entrevista da Mentol para o site Rock-se


Chega de reclamar da falta de boas bandas autorais em Belo Horizonte, a Mentol está suprindo essa minha necessidade muito bem. A trio composto por Flávio Freitas (bateria), Ricardo Machado (baixo e vocal) e Thiago Leão (guitarra) já lançou um EP com seis ótimas faixas, um videoclipe para a faixa "Blues da Hipocrisia" e tem uma sessão gravada para a TV Queijo Elétrico, tudo de ótima qualidade.

A banda concedeu uma entrevista para a Rock-se, a ótima revista eletrônica aqui de Belo Horizonte. A entrevista foi conduzida pelo Quener Barros. Leiam um trecho e acessem rock-se.com.br/#!mentol/c23rf para ler a entrevista completa.

Quanto tempo na estrada?

A Mentol começou no final de 2007, mas o trabalho autoral é bem recente e começou em 2012. Temos um trabalho paralelo onde tocamos cover de Jimi Hendrix, Cream Stevie Ray Vaughan e outros clássicos nas casas de Belo Horizonte.

Primeiro EP lançado, qual a expectativa da banda para este novo trabalho?

Com o lançamento do trabalho autoral, o retorno tem sido muito gratificante. Pensamos em atingir, primeiramente, o público que já acompanha a Mentol com o trabalho cover e a resposta foi muito positiva e crescente. A expectativa é que o 1º trabalho abra portas de alguns festivais de música independente que gostaríamos de participar em Belo Horizonte. Queremos explorar bem as possibilidades que esse material nos gera em outras vertentes como clipes, produzir algumas festas, materiais de divulgação e produtos que criem sempre uma maior empatia de quem acompanha a banda.

Como surgiu a ideia de masterizar as músicas nos EUA?

A banda tem suas maiores influências no rock clássico e pensamos em buscar alguém que pudesse masterizar com esse cuidado de deixar o som dos instrumentos aparecendo, algo mais cru e com uma cara “vintage”. Acabamos entrando em contato com o Brian “Big Bass” Gardner que trabalhou com o Creedence, Queens of Stone Age, Jefferson Airplane, Rush e tantos outros destaques da história do Rock e fomos muito bem recebidos.

O fato de ter um nome de peso como o Brian envolvido na produção do EP, eleva a banda para outro patamar ou isso não conta muito, o que vale é o som?

O trabalho do Brian agregou o que esperávamos. Deixou o som do produto final com as características que buscamos dentro do estúdio na hora de gravar. Sempre priorizamos o uso de bons equipamentos que casam com o estilo da banda como amplificadores valvulados, efeitos analógicos gerando um som mais “real”. Tínhamos o receio do EP resultar em um som recheado de excessos e exageros e foi por isso que buscamos alguém experiente nesse tipo de trabalho com rock clássico.

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