Black Country Communion - Afterglow (Review)


O terceiro álbum do Black Country Communion, "Afterglow", está tendo um nascimento difícil - com rumores abundantes, a sobrevivência da banda tem sido questionada recentemente por muitos. É evidente que os pontos principais da banda, Glenn Hughes e Joe Bonamassa tem algumas questões que, embora deixada melhor nos bastidores, tem derramado principalmente na mídia.

"Afterglow" é um registro enorme. Parece que há uma guerra acontecendo, e boa parte dos combates está acontecendo além da visão. Ele se enfurece com uma paixão desenfreada invisível sobre os dois primeiros lançamentos do Black Country, e esta paixão acrescenta muito à música. Glenn Hughes fez a declaração de uma carreira - sua voz está mais poderosa e sob controle do que nunca. Seu fraseado treme, gritos e uivos, com indignação. Ele está em guerra, mas eu não tenho certeza de com quem ou o quê. Suas letras são tão incríveis, e eles contam contos que podiam ser ouvidos em uma variedade de interpretações. Joe Bonamassa bate suas cordas como Ali bateu em Sonny Liston.

Destaque para "Big Train", "Midnight Sun", "Confessor", "Afterglow", "Dandelion" e "The Giver".

Hughes está cantando o velho rock 'n roll, e tocando seu baixo como se estivesse liderando um exército com ele. Jason Bonham está batendo cada batida como se sua alma dependesse disso.

"Afterglow" é puro rock 'n roll, Black Country Communion no seu melhor. Sherinian faz o melhor John Paul Jones que eu já ouvi. Suas orquestrações são incríveis - uma homenagem, mas uma homenagem com valor musical tremendo. A performance vocal de Hughes é tão boa quanto aquelas dos anos 70 e 80. Quantos cantores dos anos 70 estão atualmente cantando seu melhor? Este álbum mostra vislumbres de um BCC que não se esperava, como em um verdadeiro clássico.
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