We Walk The Line: A Celebration Of The Music Of Johnny Cash (Review)

A primeira coisa que temos a dizer é: esse show foi uma comemoração ao que seria o 80° aniversário do  Johnny Cash, não é um tributo com a intenção de recriar ou inovar as canções que o Man in Black gravou, o que seria um erro. Cada cantor fez a versão ao seu estilo e, é óbvio, nem todas ficaram boas, mas isso é uma questão de gosto.
O álbum tem ótimos momentos como as versões de "Folsom Prison Blues" (Brandi Carlie), "I'm So Lonesome I Could Cry" (Amy Lee), "Hey Potter" (Buddy Miller), "Sunday Morning Coming Down" (Jamey Johnson), "Jackson" (Carolina Chocolate Drops) e "Wreck of the Old 97" (Rhett Miller).

"Ring of Fire", minha canção preferida do Cash, foi cantada pelo grande Ronnie Dunn. Eu não consigo achar nenhuma versão dessa música ruim, então não sou muito bom para julgar ela. "Cocaine Blues" é uma das melhores músicas gravadas pelo Cash e a versão que o Shooter Jennings fez, ficou muito bacana.

Eu não ia falar nada das faixas que achei que ficaram ruins, mas a versão de "Hurt", cantada pela Lucinda Williams ficou ruim, na verdade essa música só ficou boa na voz do Johnny Cash.

De todas as performances, a de "Highwayman" era a mais aguardada. A versão original foi gravada pelo Johnny Cash, Waylon Jennings, Willie Nelson e Kris Kristofferson. Essa versão conta com o Willie Nelson, Kris Kristofferson, Shooter Jennings (filho do Waylon) e Jamey Johnson. A versão ficou como todos esperavam, muito boa.

Todo tributo é bem vindo, mas as vezes é necessário cantar com mais amor, tratar os clássicos que o Cash gravou ou regravou com mais carinho, falo isso para aqueles que maltrataram algumas canções do Cash, mas tirando essas partes ruins, esse é um bom tributo.
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