Rebel Son - Outhouse Of Representatives (Review)


"Outhouse Of Representatives" é o sétimo álbum de estúdio da Rebel Son, lançado em 2010, pela Hot Rod Hell Records.

O disco abre com a ótima e hilária "Bad Sound" uma aula de peidos, mas isso não quer dizer que o disco será uma merda. "My New Plan" inicia com uma descarga, e logo o bom e bem tocado Rockabilly surge com uma ótima pegada. "Takin' Me A Stinky" é apenas uma passagem de 18 segundos. "Sweet As A Sugar Cane" traz um pouco de Country Rock, Rockabilly, e muita técnica no ritmo da música, que aumenta e diminui o tempo com muita maestria. "The Worst Piece" é outra passagem de 18 segundos.

"Road Whores" é um Country Redneck, do tipo canção de estrada, e com uma letra bem desbocada. "Fall Down" também é mais uma passagem de 18 segundos. "Ragin' Fit" e "To Get To Lick You" surgem com riff's calibrados, solos técnicos e bem executados, e mantendo viva a levada do Country ao Rockabilly. Na sequência, a suave "Pour Me A Shot" se arrasta na levada Outlaw Country, levada acústica da melhor qualidade. "I'm Comin' Over" é mais uma passagem curtinha de 18 segundos. Já "Pinned Down" é canção de Redneck, Country, Rockabilly com uma ótima letra e uma perfeita levada. "I Sure Hope I Make It" e "I Know Somethin'" também são apenas passagens curtas, só que com poucos segundos a mais que as outras.

A faixa "The Greatest Place On Earth" traz à tona o orgulho sulista, uma canção puramente Redneck, com uma levada Country bem raiz. "I Sure Did Enjoy It" encerra a sequência de passagens curtinhas, 'Hell Yeah!'. A faixa "The Underground Poetic Justice System" é a mais demorada do disco, com um pouco mais que 5 minutos, numa levada cadenciada, que passeia com maestria pelo Country, sem esquecer dos gemidos excitantes. O disco encerra com "Our Goal" fechando com qualidade mais um ótimo álbum, e alcançando com competência a meta proposta por este trio Redneck.

Podem contemplar sem moderação, é mais um ótimo álbum postado, Rockabilly Redneck desbocado da melhor qualidade.

Escrito por Augusto Monteiro e publicado originalmente na Taberna do Putardo.
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