Soundcloud

22.10.14

Conheçam o Blues dos paraibanos da In The Mood Hard Blues


Em setembro de 2004 numa garagem em João Pessoa, amigos resolvem arriscar algo fora de moda no cenário musical de João Pessoa, tocar Blues e afins. No começo a coisa funcionava mais como um prazer restrito ao grupo, já que na época os integrantes da banda estavam envolvidos em outros projetos musicais, no entanto aquilo que parecia ser apenas um prazer do grupo acabou por tomar proporções maiores, na medida em que os amigos ouviam o som, incentivavam os integrantes da banda em levar o projeto mais adiante, com este estímulo o som saiu da garagem. 

As oportunidades foram surgindo e como surpresa para os integrantes da banda, foi descoberto que havia uma fatia de público carente desse estilo musical que, apesar de centenário, continua tão forte e tão presente nos nossos dias. Mesmo tendo no repertório muitos clássicos do estilo, estamos longe de ser puristas, entendemos que sempre haverá um clima pesado em torno do tema e alguns aspectos devem ser preservados, mas não entendemos isto como um limitador do estilo, basta ouvir Hendrix, Doors, Zeppelin, Marsalis, Coltrane e inúmeros outros artistas de rock, jazz e diversos outros estilos para notarmos como o blues se faz presente em suas obras e esta foi a forma que o blues encontrou para se renovar, sem perder a essência de suas raízes. Tentamos seguir essa trilha ao longo dos anos, vendo as duas luzes atras do trem que parte da estação.

A banda é formada por Levi Blues (vocal), Eliezer Rocha (guitarras), Degner Queiroz (baixo), Elias Ferreira (harmônicas) e Maquilson Cordeiro (bateria) e em novembro de 2014 irão lançar seu primeiro álbum, "Eu Só Preciso de Blues", que já pode ser escutado no Soundcloud.

Sigam a banda no Facebook e fiquem atentos às novidades da banda: facebook.com/IntheMood.

Read

20.10.14

Conheçam os potiguares da Godhound


A Godhound surgiu em Mossoró/RN e é formada por Victor Freire (guitarra), Kael Freire (baixo e vocal), Vitor Assmann (guitarra) e Alessandro Natalini (bateria), essa é a formação da banda desde o final de 2012

O primeiro trabalho da banda foi o EP "Godhound", lançado em 2012. Ele traz um rock’n’roll com algumas pitadas de metal, influências de cada integrante da banda. Em junho de 2013 eles lançaram "God Above...Hound on the Road".

Os dois trabalhos da banda podem ser baixados gratuitamente no BandCamp ou SoundCloud.

Read

17.10.14

Escutem Jaula Enferrujada, nova faixa da Cracker Blues


O sucessor do ótimo "Entre o México e o Inferno" da Cracker Blues, intitulado "Prata do Carrasco", só será lançado no final de 2014, mas já podemos escutar o primeiro single da banda, "Jaula Enferrujada":
Read

13.10.14

Assistam o clipe de GoodFellas da BraveHeart


O trio curitibano de Southern Heavy Rock, disponibilizou em seus canais oficiais de mídia, o novo trabalho em vídeo da música "GoodFellas".

"GoodFellas" faz parte da trilogia criada pela banda em 2013, com o primeiro videoclipe "Cold Mind", história que conta sobre James, homem atordoado com a carta que recebeu da mulher que amava. Agora em "GoodFellas", visualizamos Sally, a mulher que escreveu esta carta. Sally descobriu que James estava envolvido com um badass conhecido com a alcunha de Rodriguez, o cara do Camaro 1973. Para isto, Sally planeja em conjunto com suas amigas, uma forma de seduzir Rodriguez e o tirar a qualquer custo do caminho de James, nem que para isto nunca mais o veja em sua vida.

O videoclipe mais uma vez foi dirigido e editado pelo vocalista/baixista da banda Michael Bahr. As gravações foram feitas em Maio de 2014 em Curitiba e na Colônia Witmarsum, no Paraná.

Read

O improviso no Blues e o bluesman



Hoje quero falar sobre um tema que instigam tantos os músicos que tocam blues, quanto o publico leigo musicalmente, mas, fascinado pelo estilo musical: o improviso no blues.

O objetivo deste artigo não é debater a questão teórica e musical da arte de improvisar, e sim expor a minha visão particular quanto aos improvisos musicais no blues e a sua influencia na vida dos músicos do início do século XX. Para isso vou levar em consideração a questão histórica que nos diz que o blues foi criado por negros, miseráveis, sem perspectiva ou qualidade de vida, que trabalhavam em fazendas, e tinham pouca ou nenhuma instrução escolar.

Bem... Todos nós sabemos que existem estilos musicais onde as peças são criadas e elaboradas de tal forma, que os instrumentos que dela participam não podem em momento nenhum desviar-se do que está escrito ou programado. Caso isso aconteça o resultado é um total desastre na execução da música. Podemos dar como exemplo máximo a musica clássica, onde a disciplina em execução e concentração é total. Mas, existem gêneros musicais que se não houver improviso, o grupo não toca bem ou não dominam o estilo. Como exemplo podemos citar o jazz e o nosso maravilhoso blues.

Você já percebeu que em vários shows de um mesmo artista de blues podem ter no repertório as mesmas músicas, mas a execução é completamente distinta? Como exemplo pegue bootlegs ou discos ao vivo oficiais de The Allman Brothers, Eric Clapton, Steve Ray Vaughan e Johnny Winter só para ilustrar o que estou dizendo. Agora pegue uma mesma música que esteja em vários shows e você irá notar o que estou falando.

Eu percebi ao analisar a origem dos improvisos, que a sua importância está ligada a: personalidade, oportunidade, masculinidade, e domínio sobre o blues. Tentarei explicar o porquê de cada um destes itens:

Personalidade


Não existe no mundo blues uma ofensa maior do que um músico imitar outro músico! Esta é a lei máxima entre os músicos. Você não tem a mesma história de vida que a outra pessoa, por mais que você tenha nascido na mesma região e no mesmo ano, suas experiências são diferentes, a forma de você encarar o mundo e seus problemas é diferente, seu timbre de voz é diferente de qualquer pessoa, seu raciocínio é diferente, portanto, você não pode tocar como outra pessoa, mesmo que tenha estudado, comprado os mesmo equipamentos e tudo mais, você não é aquela pessoa! 

Quando um bluesman toca seu instrumento ou canta, ele está fazendo do seu jeito, como ele quer e como ele pensa no momento, aquilo é só dele, e acaba se tornando a sua marca registrada. Essa marca torna o músico conhecido, ele é procurado devido àquela marca, o público vem de longe para ver um show daquele bluesman, abrindo para ele oportunidades que falaremos mais a frente. Essa marca fica muito evidente no momento da improvisação, pois é a hora que o músico está livre para fazer o que quiser. Exemplos: o vibrato de B.B.King. Existem músicos fantásticos com vibratos fantásticos, mas, ninguém com o vibrato de B.B.King! As linhas melódicas de Eric Clapton, que chamavam tanta atenção que lhe rendeu o apelido de Deus da Guitarra e Slow Hand. A pegada de Steve Ray Vaughan (esse um dos mais imitados de todos os tempos!!!!), somente ele conseguia tocar daquela forma tão visceral com cordas tão pesadas! Poderia ainda citar o fraseado de Albert Collins, as composições de Muddy Waters, a voz de Howlin’ Wolf, e tantos outros! 

Mas, o que importa é a prova que a história da música já nos mostrou, onde a personalidade é fundamental e não existem dois iguais! No meio musical quando aparecem imitadores são logo ridicularizados, e o musico de blues só consegue expressão quando se livra da imitação e passa a tocar a sua linguagem. 

Oportunidade


Quando um bluesman improvisa e domina essa técnica ele é procurado pelos donos de bares, artista em passagem pela cidade, é reconhecido pela sua musicalidade, tem maior exposição, ganha prestígio no meio musical, entre outras coisas. Isso retorna em forma de dinheiro, lugares para dormir sem ter que pagar, comida de graça e outros. Ou seja, um bom improvisador tem grandes oportunidades! Quer um exemplo? Quem nunca conheceu um camarada que canta e toca bem um violão, tem uma boa lábia, é chamado para todas as festas da cidade, está sempre sentado em um bar em mesas, pessoas e dias diferentes, e parece nunca trabalhar, mas, sempre está numa boa? Ta explicado?

Masculinidade


Vou comentar este item tendo base os violeiros brasileiros. Violeiros porque na minha visão (essa é uma opinião muito particular!) os violeiros têm histórias parecidas com as dos bluesman do início do século passado, eles tocam instrumentos acústicos, usam a mesma afinação, em suas músicas falam sobre seus problemas tanto amorosos quanto financeiros, desastres ambientais, maus tratos que sofreram etc. No meio da viola existem os famosos duelos de violeiros, onde um famoso instrumentista é desafiado por outro em modas de viola e repentes. Estes encontros eram muito apreciados pela população local, e o derrotado era “humilhado” perdendo o posto de “violeiro da cidade”, este perdia inclusive as oportunidades citadas acima. Tamanha eram essas disputas que até a religião entrava no assunto!

Reza a lenda que os violeiros faziam "trato com o tinhoso" usando uma cobra coral encontrada debaixo de uma pedra atrás da igreja... Historias muito parecidas com as famosas encruzilhadas do blues, onde o bluesman fazia um pacto com o diabo trocando a sua alma pela habilidade de tocar e improvisar... Isso é assunto para muitos posts... Enfim no blues era assim que funcionava, gerando inclusive os famosos duelos de guitarra, que eram realizados em prostíbulos e bares de classe duvidosa... como se fosse uma disputa de território! Não se esqueça... Somente os machos disputam territórios... Ou era assim antigamente!

Domínio sobre o blues


Um show de blues sem improviso não é blues! O blues é um estilo musical simples em sua parte técnica, mas, o que torna terrivelmente difícil de tocar é justamente a sua limitação técnica e a necessidade do musico improvisar sobre essa limitação. Aqui é onde entra a experiência, a criatividade, a “maldade” do blues, que o musico precisar ter e "saber" para driblar todas as dificuldades, e tocar improvisos lindos que nos fazem "chorar". Isso é leigamente chamado de "sentimento". Eu já vi muitos grandes músicos que "tiraram onda" dizendo que o blues é muito fácil de tocar, muito "limitado" e se enrolaram completamente em uma jam com os amigos ou em shows, eles não conseguiram tocar no "básico" de uma pentatônica com blue note em uma progressão de I, IV e V! É meu amigo, quem improvisa bem no blues domina o blues!

Diante do exposto, podemos perceber que tocar bem o blues, e isso inclui improvisar, para aqueles pobres negros sem oportunidades na vida, era uma forma de deixar o estado de extrema pobreza, e alcançar um patamar financeiro, social e até cultural mais alto, nem que isso ocorresse somente dentro do mundo da boêmia.

Quer tocar blues? Então improvise, tenha personalidade, aproveite as oportunidades, deixe a sua masculinidade aflorar e domine o blues!
Read

11.10.14

Conheçam os paranaenses da Mary Teets & Os Caputos


A Mary Teets & Os Caputos, vem de uma mistura de Blues e Rock Psicodélico.  E em seus poucos meses de formação, já vem adquirindo um público no mínimo fiel.

Nascida em Guarapuava, Paraná, a banda está geralmente em cartaz nos bares underground. Com um repertório bastante variado e musicas vindas do mais puro Rock & Roll, a banda planeja entrar em estúdio no começo do próximo ano para realização do primeiro single.

A banda é formada por Matheus Diniz e Eduarda Vornes (vocais), Eliezer Kailer (Guitarra), Lucas Silva (Teclados), Cezar Moreira (Baixo) e Guilherme Antonio (Bateria).

Sigam a banda no Facebook, facebook.com/pages/Mary-Teets-Os-Caputos/1526262264259790 e fiquem atentos às novidades.
Read

8.10.14

Escutem Outlaw Habits, novo álbum da Fabulous Bandits


Passaram-se dois anos desde o lançamento do ótimo "Chumbo Grosso", mas finalmente os caras da Fabulous Bandits estão de volta, dessa vez com "Outlaw Habits". Em 2014 a banda se fundiu com a Outlaw Habits (projeto com músicas de autoria do Tiro Williams), incrementando o repertório e por isso o título do álbum, uma homenagem a banda.

Com essa fusão, a banda passou a contar com Jimme (violão, banjo e voz), Tiro Williams - (violão e voz), Beto (baixo acústico, guitarra e voz), Felikao (violino e voz), Marlon (baixo acústico, guitarra e voz) e Didi Fernandez (bateria).

01- Rebel Without a Name
02- Slowdown
03- Misery
04- Songs From Texas
05- Outlaw Habits
06- My Way
07- Devil’s Lawyer
08- Red Foot Pride
09- Trucker’s Life
10- The River
11- Black Dog

Read

Mulheres bluseiras






Escrito por Dr.K e publicado originalmente da Sociedade do Blues de Sete Lagoas

A mulher é sem dúvida a causa "maior" das inspirações de poetas, pintores, músicos em geral, e porque não dizer para os bluesman? O que poderíamos falar do Blues? Certamente que é a forma de expressão musical que demonstra dentre outras coisas a angustia, melancolia e tristeza de um cantor...E uma das causas desta tristeza, com certeza é a criação máxima de Deus, a mulher! Não falta Blues que fala de um homem que teve um amor não correspondido, ou um amor que se foi, canções sobre mulheres sejam elas o grande amor, uma prostituta que "sabe se mexer", a cafetina boa praça, ou até a própria mãe.

Como todos sabem o que mexe com a imaginação de todo homem é: mulheres, carros e dinheiro. Mas, quando o assunto é homem que gosta de música entra nesse grupo o item quatro chamado instrumento musical. Como nosso assunto é Blues, não há nada mais interessante para um amante deste estilo do que... Mulheres que tocam Blues!

Não vou entrar no básico, afinal, todos conhecem as histórias de Bessie Smith, Koko Taylor, Janis Joplin e tantas outras. Eu quero falar de mulheres interessantes que tocam Blues de primeira qualidade e são guitarristas profissionais, e respeitadíssimas no mundo "masculino do Blues".

Você já imaginou uma blueswoman rodando o sul dos EUA, viajando de carona, tocando para comer, dormindo ao relento e etc.? O Blues feminino não é esse! Ele tem mais glamour, mas, não menos importante e interessante! Ele conta historias de grandes cantoras e como elas viveram e sobreviveram em cabarés, teatros e como eram prestigiadas! Totalmente diferente da imagem de vagabundo errante e descompromissado que carrega o bluesman! E a sua importância é tanta que existe uma tese de estudo americana (infelizmente não me lembro o nome da Universidade, e pra ser sincero... não estou disposto a procurar!) que defende a criação do Blues sendo obra das mulheres!!!

Agora dá pra imaginar um Steve Ray Vaughan de saias? Uma Muddy Waters? Uma Jimi Hendrix? Isso dá! Não só dá como existe, e te digo... Os marmanjos além de amá-las como mulheres belas e sensuais... Também as admiram (com todo mérito próprio, claro!) como guitarristas! E digo mais! Elas põem muitos machos no chinelo como instrumentistas!

Então vamos falar de poucas só para dar água na boca!


Erja Lyytinen: esta finlandesa está arrebentando lá no Europa com a sua slide guitar! Sim, temos uma garota bela que arrasa no slide, técnica usada por mestres como Johnny Winter, Muddy Water, Rory Gallagher, Ry Cooder, e outros. E você acha que é um belo rostinho empunhando uma guitarra? Belo rostinho sim, mas, olha o curriculum da moça:

  • O segundo álbum de Erja,  "Wildflower" , que ela também co-produziu, foi oficialmente lançado em Junho de 2003 em um dos maiores festivais da Finlândia, o Puistoblues, onde abriu shows para Koko Taylor e Bonnie Raitt.
  • Em 2005 assina com a Ruf Records (Alemanha) e imediatamente foi para os EUA para colaborar em um projeto com os artistas de blues inglês Ian Parker e Aynsley Lister. O resultado, o álbum "Pilgrimage", foi um enorme sucesso e levou-os a turnês nos EUA e Europa, assim como à gravação do DVD  "Blues Caravan 2006 - The New Generation" .
  • Erja retornou aos EUA em 2006 para gravar seu primeiro álbum solo pela Ruf Records, "Dreamland Blues" , tendo no time de músicos David e Kinney Kimbrough (filhos do falecido e lendário músico do Mississippi, Junior Kimbrough).
  • Hoje é classificada como a quarta melhor slide guitar da Europa (sem distinção de gênero masculino ou feminino)!



Deborah Coleman: Coleman nasceu em 03 de outubro de 1956, em Portsmouth, Virginia, em uma família de músicos.

  • Em sua carreira ganhou o Prêmio Orville Gibson de "Melhor guitarrista de Blues Feminina" em 2001, e foi nomeada para o WC Handy Blues Music Award nove vezes! O WC Handy é o mais importante prêmio da música no mundo do blues! Só a indicação de um ano para qualquer categoria já te põe na história do blues, imagine nove vezes? Ela então se tornou um dos mais requisitados artistas do blues em estúdio e acompanhamento!
  • Seu trabalho tem sido comparado por especialistas no assunto como um cruzamento entre Jimi Hendrix e Tracy Chapman.
  • Ela é conhecida pela sua alta energia, e carismática em suas performances ao vivo. Sempre presente em grandes festivais internacionais de Blues e sempre como destaque. Podemos citar os festivais do Atlântico Norte Blues Festival 2007, Waterfront Blues Festival 2002, Monterey Jazz Festival de 2001, Ann Arbor Blues and Jazz Festival de 2000, Sarasota Blues Festival 1999, a San Francisco Blues Festival 1999, Fonte Blues Festival 1998, e outros.



Sue Foley: Esta loira nasceu em 29 de março de 1968, Ottawa , Ontário , Canadá. Foley começou a escrever e tocar profissionalmente em 1984.  

  • Sua carreira começou primeiro em Ottawa , no Canadá, na idade de dezesseis anos, onde, além do trabalho solo, ela cantou com o cantor John Revue.  Foley enviou uma demo tape de si mesma para Clifford Antone s label '(diretor da Antone's Records) em 1990. Impressionados, a gravadora conseguiu uma audição para o guitarrista. Contratada ela se mudou para Austin, Texas.
  • Desde então ela tem gravado dez discos , pela Antone's Records e pela gravadora Shanachie Records. Ela passou mais de 14 anos na estrada como líder de banda , vocalista, guitarrista e gerente de sua própria banda.
  • Além de turnê própria, ela também dividiu o palco com músicos fundamentais para o blues, como o Back Alley John , BB King , Buddy Guy e John Lee Hooker .
  • Em 2000, Foley ganhou um Juno Award de Melhor Álbum de Blues por Love Comin 'Down.
  • Já esteve no Brasil em 1995 para o Festival Nescafé and Blues.



Ana Popovic: Ana é um monstro (no bom sentido da palavra é claro!)! Imagine o cruzamento de uma Angel da Victoria Secrets com... Steve Ray Vaughan!!!! Eis que o mundo do blues apresenta Ana Popovic! Uma garota sensual, bela... E que toca muito bem a sua guitarra!

A primeira coisa que nos chama atenção em Ana é a sua beleza, que não está só na aparência, reside também na guitarra! E todo o universo blues se rende a essa loirinha quando ela sobe no palco e destila o seu venenoso blues! Não acredita? Dê uma olhada no curriculum da moça:

  • Em outubro de 2000, Ana viaja para Memphis para gravar seu primeiro album, já pela Ruf Records.
  • No mesmo ano Ana reune vários artistas, incluindo Bernard Allison, Eric Burdon, Walter Trout, Popa Chubby, Jimmy Thackery, Taj Mahal e Buddy Miles em um CD tributo a Jimi Hendrix, o "Blue Haze". Sua contribuição é uma versão de Hendrix 'Belly Button Window.
  • Em 2001, Ana aparece como "convidada especial" na turnê de Bernard Allison.
  • Em 2002 Ana faz parte da União Europeia Jimi Hendrix Tribute Tour com o mestre Walter Trout . Ela também recebe três indicações para o Blues Awards 2002 na França: Melhor Cantor, Melhor Guitarrista e Melhor Álbum.
  • Em 2003 Ana retorna a Memphis e grava seu segundo álbum pela Ruf Records. Metade do álbum foi produzido mixado pelo gigante dos estúdios de blues David Z (Prinz, Buddy Guy, Jonny Lang). Ana recebe uma nomeação na prestigiada WC Handy Awards, em Memphis, para Best New Artist de 2003 (o único artista do continente europeu já nomeados nesta categoria).
  • O ano também vê Ana como endorser das guitarras Fender e cordas DR artesanal pela primeira vez.
  • Durante o Rhythm & Blues Fest em Peer, Bélgica, Ana é convidada para o palco pelo "O Rei do Soul", Solomon Burke, que logo a convida para acompanhá-lo como uma convidada especial para o resto de sua turnê.
  • Em 2004 Ana torna-se endorser da Ovation Guitars. Junto com sua banda, ela ganha o prêmio de prestígio jazz em Juan Le Pins, França
  • Em 2006 Ana é convidada para o lendário "Blues Cruise 2006" - Ela é a primeira artista da Europa a sempre ser chamada para participar deste cruzeiro de prestígio com a sua banda. Em Fevereiro Ana é nomeada como a '"Blues Artist of the Year" pelos leitores da  BluesWax Magazine. Outros candidatos foram Tab Beniot e Joe Bonamassa. Em julho Ana recebe 4 indicações para o Living Blues Awards 2006. Ela é selecionada nas categorias Melhor DVD de Blues de 2005, Melhor Interprete Live, Melhor Artista Feminina Blues e Mais notável músico (guitarra).
  • Em 2009 Ana tem a grande honra de dividir o palco com BB King
  • Em 2010 Ana é nomeada para o British Blues Awards.


E então? Temos que tirar o chapéu para as mulheres no Blues, que definitivamente dominou um ato que era puramente masculino, o ato de tocar guitarra. E o dominou com maestria deixando orgulhosos os grandes mestes do blues, que um dia empunharam este instrumento sagrado! Mulheres que vivem de suas guitarras, que fazem um blues fantástico e nos encantam em todos os sentidos!

Um brinde as mulheres e as suas guitarras!
Read

7.10.14

Conheçam o Johnny Voxx


Johnny Voxx tem um trabalho diferenciado, contando com Country Americano e Rock 'n Roll em seu repertório. Seu objetivo é levar ao público a boa música que anda esquecida pelas novas gerações. O repertório trabalhado cuidadosamente conta com clássicos de Johnny Cash, Willie Nelson, Creedence Clearwater Revival, John Fogerty, Lynyrd Skynyrd, Alan Jackson, Elvis Presley, Metallica, e também músicas próprias. Johnny Voxx faz shows em clubes, bares, encontro de motociclistas e festas particulares por todo o país.

Nascido entre os ambientes rural e urbano, Johnny Voxx tem influências musicais variadas e experimentou muitas fases musicais diferentes antes de se tornar propriamente o Johnny Voxx que é hoje. A paixão pela música desde a infância o levou a conhecer e tocar vários estilos musicais. Johnny cantou no coral de uma igreja de sua cidade aos 11 anos de idade. Lá iniciou o aprendizado musical. Passou pela guitarra, bateria, vocal, teclado e hoje não se separa de seu violão de 12 cordas e continua nos vocais com seu projeto movido pelas influências que moldaram seu estilo de tocar, cantar e se vestir. Johnny Voxx ama a música e faz dela a sua vida, levando esse sentimento ao público que acompanha seus shows

Johnny Voxx apresenta seu trabalho no Brasil todo, focando sempre em seu objetivo de levar a boa música aos ouvidos cansados das novidades musicais sem sentido. Johnny Voxx reúne sua banda The Country Boys para apresentações em grandes eventos.

Read

5.10.14

Southern Rock Brasil Collection 9


4 anos de Southern Rock Brasil!

Quando criei o Southern Rock Brasil no dia 5 de outubro de 2010, era uma terça-feira, estava na UFMG e queria duas coisas: arrumar um hobby para esquecer Tribal Wars e criar um blog para falar um pouco das coisas que gostava. Naquele dia não pensei em completar 4 anos nesse projeto, não imaginava publicar quase duas mil postagens e muito menos ter quase um milhão de acessos!

Naquela época o site não tinha um objeto específico, queria apenas falar sobre as bandas que gostava. Os anos se passaram e o objetivo do site foi ganhando forma: "levar o Southern Rock, Country e Blues para os ouvidos carentes de boa música em nosso país, apoiando novas bandas brasileiras e do exterior, mas sem deixar de lembrar os grandes ícones, nossos ídolos!"

Foram publicadas biografias, notícias, reviews, especiais, curiosidades, playlist e algumas outras coisas, mas nada é tão relevante como a Southern Rock Brasil Collection. As pessoas sempre me perguntam quando irei lançar uma nova coletânea, mostrando que as edições anteriores foram boas e deixaram um gostinho de quero mais. 

Participaram das nove edições da coletânea 149 faixas de 105 bandas nacionais. A Hellbilly Rebels foi a banda que mais teve músicas, 6, seguida pela Tallene (5), BraveHeart  (4), O Bando Do Velho Jack  (4) e The Outside Dog  (4). Nenhuma dessas bandas estão nessa edição, temos 34 debutantes!

A coletânea, carinhosamente apelidada de SRB Collection, está chegando em sua edição de número 9 e vem com 34 músicas de 34 bandas brasileiras, num total de 2 horas, 13 minutos e 44 segundos de música. A capa dessa edição foi criada pelo Daniel Lopes.

Lembrem-se, só existe uma regra comum em nossas coletâneas: a variedade musical!



Coletânea SRB Collection #9 – Download (Mediafire) / Streaming:



A Pinga e o Diabo - Estrada Vazia (facebook.com/APingaeoDiabo)
Aces'n Jacks - Home is the Better Place To Be (facebook.com/acesandjacks)
Aero Diesel - Só Bebo Água (facebook.com/AeroDiesel)
Bastardos do Rock - Não Vou Mudar (facebook.com/pages/BASTARDOS-DO-ROCK/155683451158564)
Bernardo Fajoses - O Que Eu Sinto (facebook.com/bernardo.barbosa.988)
Catarse - Complexo de Existência (facebook.com/CatarseOficial)
Cecília Bravo - Tem Que Mudar (facebook.com/bandaceciliabravo)
Electric Blues Explosion - Cowboy Hat (facebook.com/ElectricBluesExplosion)
Eric Assmar Trio - Ao Avesso (facebook.com/ericassmartrio)
Felipe Cazaux - Got the Devil (facebook.com/FelipeCazaux)
Gigito - Homem sem fim (facebook.com/Gigito.banjo)
GodHound - Motorcycles's Hymn (facebook.com/godhound)
High Jive - Depois da Virgula (facebook.com/highjiveband)
Jardim de Ferro - A Balada Sem Nome (facebook.com/fanpagejardimdeferro)
John Kennedy - Caipira (facebook.com/johnkennedyband)
Lorenzo Blues Trio - Quebrando a Cara (facebook.com/LorenzoBluesTrio)
Mad Bunch - Home On The Hill (facebook.com/pages/Mad-Bunch/170821506399180)
Mad Rabbit - Bull's Eye (facebook.com/madrabbitband)
Madmaria 1912 - O Mundo Cada Vez Mais Mudo (facebook.com/pages/Madmaria-1912/200265846736446)
Masthodontes - Roleta Russa (facebook.com/masthodontes)
Mastodonte - Contra a Maré (facebook.com/mastodonterock)
Motocircus - Fly High (facebook.com/motocircusbrasil)
Raccoonies - Bird Inside the Clock (facebook.com/Raccoonies)
Rafael Cury - Ballad Of The Lost Boy (facebook.com/RafaelLCury)
Red Mess - Trapped In My Mind (facebook.com/pages/Red-Mess/671755096228769)
Rota Ventura - Razão Independente (facebook.com/RotaVentura)
Santa Dose - On the road (facebook.com/bandasantadose)
Seven Days Wind - Tell Me Why (facebook.com/sevendayswind)
Super Trukers Band - Motorpsycho Maniac (facebook.com/Supertruckersband)
The Bop Hounds - Get Your Cat Gone (facebook.com/TheBopHounds)
The High Head Hunters - I Got Nothing (facebook.com/thehighheadhunters)
Trivoltz - We Got the Money (facebook.com/trivoltz)
Turbo - Beber Até... (facebook.com/bandaturbo)
Um Quarto de Gim - E Depois (facebook.com/umquartodegim)
Read

3.10.14

Escutem o Country Punk da John Kennedy


A John Kennedy é uma banda de country punk de Araranguá, Santa Catarina, formada no ano de 2011 por 3 integrantes: Juliano Bitencourt "Tony Kennedy" (guitarra/vocal), Elvis Maciel Costa "Presley Kennedy" (baixo/vocal), e Ruiter Maciel "Johnny Kennedy" (bateria/vocal).

A proposta principal da banda é fazer músicas que falam sobre o seu cotidiano, temas políticos, diversão e cerveja. As influências são variadas, dentre elas temos algumas bandas como: Ramones, Johnny Cash, Dead Kennedys, Hank Williams Sr, Ratos de Porão, Stray Cats, Hank Williams III, George Jones etc.

Read

2.10.14

Conheçam os gaúchos do Lorenzo Blues Trio


O guitarrista Lorenzo Tassinari, cujas influências vão do tradicional Blues de Robert Johnson e Muddy Waters, até os viscerais Hendrix e Ray Vaughan, apresenta seu Blues Trio composto por Robson Rodrigues (Bateria) e Mateus Nascimento (Baixo). 

Com um repertório de muita energia, o Trio está lançando o primeiro EP autoral, "Se Eu Soubesse", que pode ser conferido no Soundcloud. São composições em português, o que evidencia um pouco das influências na música brasileira e no que temos de melhor no Blues e Rock'n Roll. O Trio se apresenta com frequência na Capital gaúcha e região, sempre mesclando em seu repertório releituras dos grandes mestres da guitarra blues e suas músicas próprias.

Acompanhem a banda no Facebook facebook.com/LorenzoBluesTrio

Read