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24.2.15

Escutem o EP Quatro canções de amor do Gigito


Gigito tem o Bluegrass como ponto de partida para as suas canções. Apesar disso não se atém a este universo e vai além, numa tentativa de incorporar outras sonoridades e temas. É um Bluegrass desapegado ou talvez somente música feita com banjo.

Multi instrumentista que transita por diversas linguagens - toca também música irlandesa, erudita e o bom e velho rock – gravou todos os instrumentos e produziu todo o álbum no seu calorento e abafado quarto, que é também seu home studio, com as janelas fechadas e no calor soteropolitano. Em suas apresentações ao vivo conta com mais dois músicos de apoio. Gigito atualmente é: Gigito (banjo), Daniel Iannini (baixo) e Artur Rios (bateria/percussão).
  
"Quatro canções de amor" está disponível online no Soundcloud.

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23.2.15

Escutem I Just Do, novo single da Grungeabilly


A Grungeabilly foiFundada em 2014 por Luigi Ignacio (guitarra/violão/vocal) e Victor Ferrari (bateria/vocal), na cidade de São Carlos. Como o próprio nome sugere, o Grungeabilly nasceu apenas da vontade de tocar músicas e estilos que nos agradavam. Indo de Elvis a Nirvana, de Alice in Chains a Johnny Cash, Hank Williams a Faith no More e etc, a banda agradou o público já nos primeiros shows pelos bares da região.

A banda já havia lançado três singles e, recentemente, lançou "I Just Do" e oficializou o nome de seu primeiro EP, "Dance Bang Baby", ainda sem data para lançamento. 

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21.2.15

Escutem Garage, nova faixa da Santa Dose


Formada em 2011 em Belo Horizonte por seis amigos, a Santa Dose tem no Blues e no Rock dos anos 70 suas principais influências, mas sem deixar de lado o som do rock contemporâneo, uma mistura de "same old Blues" com Stoner Rock.

Quase dois anos depois do primeiro show, a banda entra em estúdio para gravar seu primeiro trabalho autoral com referências nas bandas que fizeram parte do seu repertório ao longo desses anos. O resultado é o EP "Santa Dose".

Recentemente a banda lançou dois vídeos, uma da faixa "About A Bird", do seu primeiro EP, e "Garage", faixa inédita que estará no primeiro álbum da banda.


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20.2.15

Escutem Raízes, novo single da Feeling Folk's and Rednecks


Os caras da Feeling Folk's and Rednecks já se tornaram sócios do Southern Rock Brasil. Eles passaram cerca de dez meses sem lançar nada inédito, mas o início de 2015 está sendo bem frutífero para a banda. Em janeiro lançaram "A Garrafa e a Ansiedade" e em fevereiro, lançaram mais um ótimo single, "Raízes".

Eles já tem cinco singles lançados, todos de extrema qualidade, é uma das melhores bandas do gênero no país e já passou da hora de um EP ou álbum, mas enquanto eles não decidem lançar um material completo, escutem todas as ótimas canções da banda:

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19.2.15

Conheçam o blues da Soublues


A banda Soublues foi fundada na cidade de Itu-SP em 2010, com a proposta de divulgar para a sociedade um pouco do Rock Blues do mato com influências de bandas dos anos 60 e 70.

Em março de 2014, o quinteto formado por Milton Castelli, Murillo Augustus, Chico Duarte, Lalo Ferrari e Carluz Pinotti, lançou seu primeiro EP, intitulado "Cheiro do Vermelho".

Em setembro do mesmo ano, a Soublues representou o interior do estado na final de um dos mais importantes festivais de rock’n’roll de São Paulo, o Manifesto Rock Fest 2014. Após 3 eliminatórias com grandes bandas do país, o rock/blues do mato ficou em quarto colocado e recebeu a premiação de melhor composição do Festival com a música "A Missa Acabou", parceria da banda com o compositor, João Affonso.

Vocês podem conhecer mais a banda acessando a página deles no Facebook, Soundcloud e Youtube.

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17.2.15

Morre Renato Fernandes, ex-vocalista da banda Bêbados Habilidosos


Ontem uma notícia muitos triste abalou o Blues nacional, o Renato Fernandes, ex-vocalista da banda Bêbados Habilidosos, morreu na tarde desta segunda-feira (16), em Campo Grande. Em março de 2013, Renato já havia sofrido um princípio de infarto enquanto comemorava o aniversário da mãe. Nesta segunda, a informação é de que ele teria passado mal durante o almoço, foi levado ao posto de saúde, mas sofreu 10 paradas cardíacas. As tentativas de reanimá-lo não tiveram sucesso. 

Em junho do ano passado a banda anunciou o fim quando estava para fechar o quarto CD, depois de 24 anos como referência do blues no Mato Grosso do Sul e do Brasil. Em 2011, Renato foi protagonista do documentário "Ele é o Blues", que conta a história de vida do cantor e compositor, nome fundamental para a música e, especialmente, o blues de Mato Grosso do Sul.

Renato começou a desenhar sua trajetória pelo blues em 1990, quando ao lado do baterista Pezão e do guitarrista Fabio Brum formou a Blues Band, e depois criou a banda Bêbados Habilidosos, que teve mais de 20 anos de muito blues e sucesso.

Quando a banda encerrou as atividades em 2014, eles estavam gravando um álbum, que na época já era chamado de póstumo pelos integrantes. Espero que esse álbum seja lançado em breve para matarmos as saudades dessa banda clássica e do Renato Fernandes.

Assistam o documentário "Ele é Blues", sobre o Renato Fernandes e que foca em depoimentos e não em vídeos de apresentações, indico para os verdadeiros fãs de Blues, para aqueles que gostam de ouvir as histórias de vida dos seus músicos.

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12.2.15

Conheçam o J.P. Harris and The Tough Choices


Em suma, J. P. Harris toca Country Music. Não é "Americana", "Roots", "Folk", ou qualquer outro número de apelidos usados para descrever uma série de gêneros. Em um mundo onde os prefixos foram adicionados ao termo "Country", JP simplesmente adere ao som tradicional. Referenciando influências seria como descrever cada ponto em uma colcha.

Nascido seis minutos antes do Dia dos Namorados, em Montgomery, Alababa em 1983, a vida de JP era para ser cheia de cor, viagens, dificuldades, e de graça a partir do dia em que ele viu pela primeira vez o mundo. Depois de mais de seis gerações no Alabama, sua família sairia à procura de trabalho, em primeiro lugar para a Califórnia e depois para Nevada. Ele saiu de casa a pé, com a idade de 14 anos, vivendo os próximos quatro anos com uma mochila, uma barraca e um saco de dormir. Eventualmente, ele trabalhou como lavrador, operador do equipamento, lenhador, luthier e carpinteiro.

No verão de 2011, depois de dois anos de turnê, Harris fez uma viagem para o calor sufocante do sul da Louisiana. Lá ele criou um álbum em três dias, e pouco depois da conclusão, ele fez a mudança para Nashville. JP lançou seu primeiro álbum, "I'll Keep Calling", em maio de 2012, pela Cow Island Music. Pouco depois de seu lançamento, sem muita divulgação ele ganhou o prêmio na categoria  "Melhor Álbum Country de 2012" pela The Nashville Scene.

O seu último álbum "Home Is Where The Hurt Is", foi gravado e mixado no Ronnie Place (anteriormente o estúdio pessoal de Ronnie Milsap), em Nashville. O álbum conta com a participação especial Nikki Lane e Chance McCoy, vocalista e guitarrista da Old Crow Medicine Show.

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10.2.15

Blackberry Smoke - Holding All Roses (Review)


Eu não gosto de comparar bandas e muito menos álbuns, mas nem sempre essa é uma regra facilmente cumprida. Não importa para qual caminho o Blackberry Smoke seguisse, esse novo álbum sem dúvidas seria julgado por ser inferior a "The Whippoorwill", não é fácil lançar o sucessor de um álbum perfeito como foi o anterior, por isso meu nível de expectaiva não era tão grande, uma queda era esperada. 

Como falei, não gosto de comparar álbuns, cada um foi gravado em momentos distintos, o contexto da gravação nunca é o mesmo, o sentimento dos músicos dificilmente se repete e o momento criativo não é que nem um texto da internet em que você simplesmente copia e cola.

É inegável que "Holding All Roses" fugiu do padrão da banda, mas isso não significa que o álbum é ruim, pelo contrário. Não vejo mudança de rumos como uma queda, muito menos como um desejo da banda querer se tornar mais "pop". Não é um álbum de puro Southern Rock como os anteriores, mas o Blackberry Smoke que gostamos está em cada uma das canções.

Para mim sempre foi fácil gostar de qualquer música dessa banda, o som que eles criam, não importa em que estilo, é de fácil assimilação, não por ser "pop", simplesmente porque é bom. 

Eu sou fã de bandas que costumam soar bem diferentes de um álbum para o outro, isso me atrai, me convence que a banda realmente está querendo criar algo diferente, que ela não se prende aquela fórmula de sucesso que agrada seu público mais fiel. Quem curte bandas que se caracterizam pelo improviso sabe do que estou falando. Com essa atitude de não seguir a mesma fórmula que lhe garantiu destaque nos últimos anos, a banda só ganhou ainda mais meu coração, é de músicos assim que precisamos nos dias atuais. 

Desde o primeiro acorde ele já gerou discussões e dividiu opiniões, na maioria das vezes criticando a banda por ter abandonado seu estilo tradicional, mas ainda não vi uma pessoa dizer que as músicas são ruins, elas estão apenas diferentes do que os fãs se acostumaram. Nem todos são como eu, que gostam de mudanças, que prefere ver sua banda favorita arriscar em direção ao desconhecido do que ficar estagnada só para agradar seus fãs.

Eu faço parte do grupo que aceitou essa mudança. Se ela veio para ficar, só o próximo álbum nos dirá. Mas o que era certo se tornou ainda mais certo: Blackberry Smoke é uma das bandas mais criativas da atualidade.

Destaque para "Let Me Help You", "Holding All Roses", "Living in the Song", "Rock and Roll Again", "Too High", "Wish in One Hand", "Payback's A Bitch" e "Fire in the Hole".
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Confiram os ganhadores do Grammy 2015


No domingo, 10, foram divulgados os vencedores do Grammy 2015, o maior prêmio da indústria fonográfica dos Estados Unidos. A Rosanne Cash se sagrou como uma das grandes vencedoras da noite, recebeu três Grammys, ganhou em todas as categorias que participou. É inquestionável que "The River & The Thread" é um grande álbum, mas na categoria "Melhor Álbum de Americana", preferia o "Metamodern Sounds in Country Music" do Sturgill Simpson.

Destaque também para o Grammy do na categoria "Melhor Álbum de Blues" para "Step Back" do Johnny Winter, que morreu ano passado. Em vida Winter ganhou três Grammys com álbuns que produziu para o Muddy Waters nos anos 1970, um deles o mítico "Hard Again", mas com sua carreira solo o último foi o primeiro.

Nas principais categorias da Country Music, os ganhadores foram aqueles mesmos de sempre, os integrantes do Bro-Country. São muitas categorias, mas a maioria não nos interessa, vamos aos ganhadores, que estão em negrito:

Melhor Álbum de Americana

"The River & The Thread", Rosanne Cash
"Terms of My Surrener", John Hiatt
"Bluesamericana", Keb' Mo'
"A Dotted Line", Nickel Creek
"Metamodern Sounds in Country Music", Sturgill Simpson

Melhor Canção de Americana

"A Feather's Not A Bird", Rosanne Cash
"Just So Much", Jesse Winchester
"The New York Trains", The Del McCoury Band
"Pretty Little One", Steve Martin & The Steep Canyon Rangers Featuring Edie Brickell
"Terms Of My Surrender", John Hiatt

Melhor Performance de Americana

A Feather's Not A Bird, Rosanne Cash
Statesboro Blues, Gregg Allman & Taj Mahal
And When I Die, Billy Childs Featuring Alison Krauss & Jerry Douglas
The Old Me Better, Keb' Mo' Featuring The California Feetwarmers
Destination, Nickel Creek

Melhor Álbum de Bluegrass

"The Earls Of Leicester", The Earls Of Leicester
"Noam Pikelny Plays Kenny Baker Plays Bill Monroe", Noam Pikelny
"Cold Spell", Frank Solivan & Dirty Kitchen
"Into My Own", Bryan Sutton
"Only Me", Rhonda Vincent

Melhor Álbum de Blues

"Step Back", Johnny Winter
"Common Ground" - Dave Alvin & Phil Alvin Play And Sing The Songs Of Big Bill Broonzy", Dave Alvin & Phil Alvin
"Promise Of A Brand New Day", Ruthie Foster
"Juke Joint Chapel", Charlie Musselwhite
"Decisions", Bobby Rush With Blinddog Smokin'

Melhor Álbum Folk

"Remedy", Old Crow Medicine Show
"Three Bells", Mike Auldridge, Jerry Douglas & Rob Ickes
"Follow The Music", Alice Gerrard
"The Nocturne Diaries", Eliza Gilkyson
"A Reasonable Amount Of Trouble", Jesse Winchester

Melhor Álbum Country

"Riser", Dierks Bentley
"The Outsiders", Eric Church
"The Way I'm Livin'", Lee Ann Womack
"12 Stories", Brandy Clark
"Platinum", Miranda Lambert

Melhor Música Country

"American Kids," Kenny Chesney 
"Automatic," Miranda Lambert 
"Give Me Back My Hometown," Eric Church 
"I'm Not Gonna Miss You," Glen Campbell
"Meanwhile Back at Mama's," Tim McGraw ft. Faith Hill

Melhor Performance Country de Dupla ou Grupo

"Gentle On My Mind," The Band Perry
"Somethin' Bad," Miranda Lambert with Carrie Underwood 
"Day Drinking," Little Big Town 
"Meanwhile Back At Mama's," Tim McGraw ft. Faith Hill 
"Raise 'Em Up," Keith Urban ft. Eric Church 

Melhor Performance Solo Country

"Give Me Me Back My Hometown," Eric Church 
"Invisible," Hunter Hayes 
"Automatic," Miranda Lambert 
"Something In the Water", Carrie Underwood
"Cop Car," Keith Urban
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8.2.15

Baixem gratuitamente todas as edições da SRB Collection


Quando criei o Southern Rock Brasil no dia 5 de outubro de 2010, era uma terça-feira, estava na UFMG e queria duas coisas: arrumar um hobby para esquecer Tribal Wars e criar um blog para falar um pouco das coisas que gostava. Naquele dia não pensei em completar 4 anos nesse projeto, não imaginava publicar quase duas mil postagens e muito menos ter quase um milhão de acessos!

Naquela época o site não tinha um objeto específico, queria apenas falar sobre as bandas que gostava. Os anos se passaram e o objetivo do site foi ganhando forma: "levar o Southern Rock, Country e Blues para os ouvidos carentes de boa música em nosso país, apoiando novas bandas brasileiras e do exterior, mas sem deixar de lembrar os grandes ícones, nossos ídolos!"

Participaram das oito edições da coletânea 149 faixas de 105 bandas nacionais. A Hellbilly Rebels foi a banda que mais teve músicas, 6, seguida pela Tallene (5), BraveHeart  (4), O Bando Do Velho Jack  (4) e The Outside Dog  (4). Nenhuma dessas bandas estão nessa edição, temos 34 debutantes!

Baixem gratuitamente as oito edições da coletânea e conheçam o que de melhor temos na cena musical brasileira.

SBR Collection Vol.  2: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  3: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  4: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  5: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  6: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  7: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  8: Postagem - Download
SBR Collection Vol.  9: Postagem - Download
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6.2.15

Balada de Robert Johnson - Uma biografia musical cantada por um repentista


Já imaginou a história do Robert Johnson cantada por um repentista? O gaitista Flávio Guimarães (Blues Etilícos) lançou uma faixa chamada "Balada de Robert Johnson" no seu álbum solo "Navegaita". A faixa é de autoria do poeta Bráulio Tavares e cantada pelo violeiro e repentista Sebastião da Silva.

Essa música é uma verdadeira obra de arte, pois mistura a história do Blues com o tradicional ritmo nordestino, quase um blues do sertão. O instrumental se resume ao violão e a gaita, ambos muito bem tocados.

Essa música faz jus a história do maior bluesman de todos os tempos.

Seu mundo era rutilância
Seu mundo era escuridão
Seu nome era Robert Johnson
cantador d'outro Sertão

Vinte e sete anos vividos
lá nos Estados Unidos
passou veloz como a luz
Naquela terra sombria
onde tristeza e poesia
se dava o nome de Blues

Sua mãe teve onze filhos
seu pai ele nunca viu
O mundo em que foi criado
lembrava muito o Brasil

Era neto de escravos
dos negros fortes e bravos
colhedores de algodão
Nunca pisou numa escola
escreveu com a viola
e leu com o coração

Dizem que foi o diabo
quem lhe ensinou a tocar
Em um encontro marcado
numa noite sem luar

Cruzando as estradas tortas
daquelas veredas mortas
chegou na encruzilhada
Veio com a mão vazia
e partiu com melodias
porteio rima e tuá

Outros garantem que é lenda
que o diabo não existe
Johnson só cantava blues
por ser um poeta triste

Impunhava o instrumento
recitava um sentimento
na sua vida andarilha
E a tristeza era uma fera
um cão negro, uma pantera
farejando a sua trilha

Correu estradas de ônibus
de caminhão e de trem
Hora cantando sozinho
hora em dupla com alguém

Andava dias inteiros
ao lados dos companheiros
sobre o sol mais escaldante
Porém sempre se mantinha
vestido com boa linha
bem cuidado e elegante

Buscando um namorada
procurava as mais feiosas
As mulheres solitárias
carentes e carinhosas

A mulher que lhe aceitava
com todo gosto lhe dava
o corpo a casa e a cama
E ele deixava que ela
julgar-se ser a mais bela
na ilusão de quem a ama

Uma noite numa festa
tocava de madrugada
E começou um namoro
com uma mulher casada

Sedutor e seduzido
cantava como um sentido
naquele corpo moreno
Quando um copo alguém lhe deu
ele pegou e bebeu
sem saber que era veneno

Saiu dali carregado
para o quarto da pensão
Morreu e deixou somente
a mala e o violão

Não levou fama nem glória
não deixou nome na história
não levou riso nem mágoa
Foi um sopro de poeira
uma nuvem passageira
um nome escrito na água

Foi assim que Robert Johnson
passou pelo nosso mundo
Brilhou durante alguns anos
e apagou-se num segundo

Não deixou seu nome escrito
no mármore nem no granito
nas armas nem nos brasões

O que deixou para nós
foram os versos e a voz
e vinte e nove canções





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4.2.15

Conheçam os maranhenses da Vinil do Avesso


A Vinil do Avesso surgiu em 2010 em São Luís do Maranhão com a proposta de criar músicas baseadas em suas paixões - Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Pink Floyd, Janis Joplin, Bob Dylan, Neil Young, o rock dos anos 60 e 70 com boas doses de blues, funk e letras que representassem vidas reais.

Possui uma longa estrada e já participou de importantes festivais, shows e publicações pelo Brasil. Talvez o seu ponto forte sejam os grooves e timbres com destaque para a energia incendiárias que transmitem nas suas apresentações ao vivo.

Em dezembro de 2014 a Vinil do Avesso lançou o seu disco de estréia "Vida Real" e o disponibilizou para streaming no Deezer, Spotfy e Rdio e também para download em seu perfil do Soundcloud.

Acompanhe a banda, também no Facebook, Instagram e YouTube.

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